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Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país, segundo a PNAD Contínua

De acordo com o levantamento, apenas 6,4% da população catarinense, com 14 anos ou mais, estava desocupada no quarto trimestre de 2018

b2f876ad63d3350f8d8a0eed7b434e32.jpg Foto: Divulgação

A taxa de desemprego em Santa Catarina no último trimestre de 2018 foi a menor do Brasil. O estado também apresentou a melhor situação do país quanto aos índices de desocupação, subutilização da força de trabalho e de pessoas desalentadas, isto é, aquelas que desistiram de procurar emprego. Os dados  são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua trimestral), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, apenas 6,4% da população catarinense, com 14 anos ou mais, estava desocupada no quarto trimestre de 2018. Os estados de Mato Grosso (6,9%) e Mato Grosso do Sul (7%) vêm logo atrás no quesito. No outro extremo, Amapá (19,6%), Bahia (17,4%) e Alagoas (15,9%) apresentam os piores percentuais.

Na avaliação do secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino, os números retratam a capacidade dos catarinenses em criar negócios que gerem emprego, renda e desenvolvimento. “Somos um estado empreendedor, com 764 mil CNPJs ativos, ou seja, uma empresa a cada dez habitantes. Além disso, nossas federações geram índices altamente positivos ao empresariado e a quem quer investir ou ampliar seus negócios aqui”, destaca o secretário. Segundo ele, o Governo de Santa Catarina trabalha com o objetivo de colocar o estado na vitrine mundial dos negócios com o mundo.

A PNAD Contínua também apontou que 86,8% dos empregados em Santa Catarina atuam com carteira assinada, maior índice do Brasil. Neste mesmo período, no país, o número de empregados no setor privado sem carteira assinada aumentou foi de 3,8%, em comparação com 2017.



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