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SC amplia exportações e registra alta de 15,5% em outubro

Entre os destaques das exportações estão carnes de aves (com crescimento de 0,57% no ano em relação ao mesmo período de 2017), soja (que cresceu 23,71% no período) e carne suína (com retração de -8,97%). Os demais itens com maior volume na pauta são representados por Partes de motor e motores elétricos

527ab79d8ea159323093e3b96ec93f40.jpg Foto: Mdic

As exportações de Santa Catarina somaram, em outubro, US$ 831,29 milhões e a ampliação das vendas resultou num avanço de 15,57% nas exportações. Em uma comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 14,51%. O resultado representa um crescimento de 3,43% nas vendas do ano, de acordo com o que mostra levantamento da FIESC divulgado nesta quinta-feira, 08 de novembro. 

O crescimento no mês passado foi puxado, principalmente, pelo aumento das vendas para a China, que avançaram 130% em comparação com mesmo mês no ano passado. As exportações direcionadas aos chineses se concentraram nas vendas de soja (que cresceram 171%), carne de aves (21%) e carne suína (360%). Na sequência dos principais destinos aparecem Estados Unidos (15,23%), Argentina (6,38%), México (4,08%) e para Japão (3,9%).

Entre os destaques das exportações estão carnes de aves (com crescimento de 0,57% no ano em relação ao mesmo período de 2017), soja (que cresceu 23,71% no período) e carne suína (com retração de -8,97%). Os demais itens com maior volume na pauta são representados por Partes de motor e motores elétricos.

Quanto às importações, novamente destacam-se as compras de carros, principalmente da Argentina e do México, atrás apenas de cobre refinado. As importações de veículos também fazem com que os dois países latino-americanos apareçam entre as cinco economias que mais vendem para Santa Catarina. As importações catarinenses somaram US$ 1473,79 milhões, o que representa uma ampliação de 22,77% frente ao mesmo mês de 2017. No comparativo com o mês anterior, houve crescimento de 24,08%.

Entre os três principais parceiros comerciais catarinenses para importação (China, Estados Unidos e Chile), o maior crescimento das compras permanece com o país norte-americano, de 55%, que está vinculado à entrada de polímeros de etileno.

Fonte: Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc)



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